Parece que pelos vistos as sociedades médicas portuguesas é que são evoluidas demais para aceitar os factos constantes dos estudos médicos internacionais, nomeadamente dos americanos que até nunca são credíveis.

O mais engraçado é que muitos dos médicos de renome português e que estudaram nos Estados Unidos, até diziam sempre que sim quando lá estavam, e quando regressaram deixaram de acreditar.
Ou terão sido outros valores a falar mais alto? Tal como terem emburrecido.
